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A mente humana possui uma natureza multidimensional e é capaz de captar frequências variadas de diferentes níveis e densidades dimensionais.

A nós é dado o poder de sentirmos as emoções espirituais dos Seres de Luz e contactar as esferas celestiais. Isso pode ser feito naturalmente porque a energia superior está sempre jorrando sobre nós. O diferencial se mostra na nossa postura. O único comportamento é o que envolve a atenção interna e um olhar sincero, profundo e honesto para dentro de si mesmo.

O ser humano é sábio e criativo. Generoso é capaz de encontrar em si mesmo a força propulsora de mudanças inimagináveis. Sua mente o liberta. Seu corpo responde prazeirosamente. Sua alma aquieta-se.

Um dos grandes desafios do homem nos tempos atuais é pensar com sua própria cabeça, sentir com o seu coração e canalizar a sua própria riqueza interiror, experienciando a voz do próprio mistério e seguir os caminhos ditados pelo mestre interior. A singularidade da sua alma o faz maior.

Um fator preponderante - o equilíbrio dinâmico - traz a existência harmônica de todas as coisas do Universo. A Medicina Quântica é um conjunto de procedimentos terapêuticos, adequadamente metodizados, que tem como objetivo a busca do equilíbrio orgânico, considerando os fatores fisico-quânticos, a fim de que as funções bioquímicas possam acontecer de forma eficaz sem causas efeitos colaterais negativos.

Atualmente, com as incidências adversas de fatores desequilibrados, como por exemplo, a poluição, parasitas, consumo de alimentos artificialmente alterados e a prática indiscriminadas de fármacos (medicamentos), associados ao estilo de vida, o organismo, que é a fonte geradora de diversas doenças. Para o homem buscar a harmonia - a saúde - é importante desvendar a fonte causadora dos distúrbios e não se ater somente às consequências, ou simplesmente eliminar os sintomas.

A Medicina Quântica traz um enfoque lógico e dinâmico, que entende e justifica com mais inteligência os fenômenos da vida.

Um olhar fenomenológico sobre a questão da saúde e da doença nos reporta à Gestalt-terapia.

Não podemos focar a nossa compreensão no comportamento de uma pessoa como sendo um fenômeno isolado do mundo exterior. É necessário entender um sintoma como um estilo de ser-no-mundo. Para Heideger o homem não "é" primeiramente, ele é homem na medida do seu ser-em-relação.

Para um Gestalt-terapeuta o ato de diagnosticar significa conhecer e respeitar o ser humano ao longo de sua existência. A atenção é voltada para um sintoma pois é um transmissor de informações. O terapeuta sabe que todo evento mental tem repercussões no organismo.

Através da percepção que cada um tem de si mesmo isto estará afetando suas outras atitudes, influenciando o seu modo de ver e constatar a realidade.

É chamado de neurose ou psicose, a dinâmica da personalidade que apresenta danos, porém os Gestalt-terapeutas a chamam de ajuste criativo. Isso envolve a percepção da criatividade em uma resistência. Embora ela evite um comportamento, na verdade ela é contra o intra-psíquico, pois acontece a proteção de um possível sofrimento. Encontrar-se encoberto é uma realidade existencial, não um estado patológico. O reconhecimento deste existencial de forma compartilhada é o que possibilita a "cura".

É necessário entender conflitos interiores como conflitos entre a existência do organismo e o social.

A fenomenologia é empregada como método na Gestalt-terapia. A totalidade ocorre no "aqui e agora", portanto é importante estar atento à temporalidade e à espacialidade na qual a pessoa se movimenta e se revela na vida.

A dor não é escamoteada dentro da Gestalt-terapia. Acredita-se na liberdade de uma atitude frente ao próprio destino e, portanto nas dimensôes prazeirosas da vida. Esta movimentação traz ao ser humano a postura de senhor e intérprete da sua história.

Através do trabalho da Gestalt-terapia a pessoa conecta-se e se fortalece, se vê como ser no mundo e reconhece a sua leitura e acredita nela. Sente-se curado através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência.

A nossa capacidade criativa vem do entendimento do ser humano estar aberto a novos fatos, mesmo que não se encaixem com os já catalogados.

A doença é o caminho a se percorrer. A busca/encontro do eixo saúde/prazer/vida/morte.

Pode-se aferir que a doença é uma química defeituosa nas representações físicas do corpo vital. O significado da doença envolve uma representação de que uma certa função vital deu errado, e necessita um caminho novo e criativo. A ocorrência da cura mente-corpo acontece quando a consciência criativamente provoca o colapso de novas possibilidades na mente quântica, o que induz o cérebro através da conexão cérebro-corpo, o corpo vital - físico - a criar uma nova representação, um novo caminho, para a função vital afetada.

Através de simbolismos projetamos nos nossos organismos conteúdos inconscientes e cheios de significados.

É considerada uma das proposições básicas da Gestalt-terapia a verdade de que todo organismo possui a capacidade de realizar um equilíbrio ótimo consigo e com o seu meio. Para isso, é necessário que as condições envolvam uma consciência desobstruída da hierarquia de necessidades.

Curar é acreditar em nós mesmos, no outro e no mundo.

Através de técnicas de autoconhecimento segue o homem sua trajetória neste planeta. Segue também sua peregrinação de uma forma simples e peculiar: constrói a si mesmo numa dimensão acasaladora de luz. Atrai para si o bem ou o mal. O amargo ou o doce. A luz ou a sombra. O sol ou a lua. Conhecendo e desenvolvendo as "ferramentas" que já possui para melhorar seu modo de pensar, mudar estruturas, acordar seu espírito e libertar sua alma, ele segue integrando em seu viver a realização de si mesmo. Ancora sua alma na busca constante do autoconhecimento e a libertação de crenças limitadoras o faz crescer em diferentes campos. Sua saúde física ou financeira, seus relacionamentos pessoais, amorosos ou profissionais, a sua espiritualidade, suas atitudes e emoções, enfim, todo o seu ser é direcionado para um maior equilíbrio interior, autoconfiança e bem-estar.

O homem que se dedica a uma vida plena, quer desenvolver suas habilidades para se integrar na magnitude do seu viver. É necessário resgatar-se. Trazer novamente para si mesmo tudo o que o leve para o seu universo interior pleno e uno com a divindade, acordando o seu espírito e libertando sua alma.

O conteúdo psicanalítico, herança deixada por Sigmund Freud para nós, enfoca uma realidade bem difusora da alma humana. Nos dias atuais, os especialistas, são confrontados com demandas desafiadoras; transtornos psíquicos, intensas angústias, compulsões e adicções se misturam à apatia, à falta de esperança, à ausência de projetos e de futuro, à crise de ideais e de valores.

A postura do psicoterapeuta consciente e responsável envolve, iniciativa, invenção, arte e despojamento de seu senso crítico negativo. Ele sabe que o social não é uma simples força exterior, mas uma base que constitui os sujeitos. Há o surgimento na vida da criança de um conjunto de ideologias e práticas que o impregnam fortemente. A subjetividade é formada no socio-histórico englobando discursos, práticas, sexualidade, ideais, desejos, ideologias e proibições.

Dentro de uma perspectiva contemporânea, a Psicanálise reconhece que o método, nos tratamentos, traz a inclusão da iniciativa, da invenção, da arte, até disponibilizar uma estratégia - e não um método. A estratégia aceita a incerteza.

A busca de novos objetivos e de novos projetos sobre as cinzas dos anteriores é o que diferencia uma pessoa que se sente apta para o futuro e a pessoa impedida pelo passado. É fato que a Psicanálise abrange muitas práticas heterogêneas.

Nos tempos atuais, acompanhamos o desenrolar da ciência dos genes e do cérebro. Existe um gene para cada aspecto de nossas vidas, desde o êxito pessoal até a angústia existencial. Genes para a doença e a saúde, para a violência, a criminalidade, para o "consumo compulsivo", etc. Pode-se supor que as perturbações anímicas devem ser abortadas a partir do paradigma da complexidade. Assim compreeenderemos os desequilíbrios neuroquímicos presentes, devido à ação conjunta e dificilmente definida, da herança, a situação pessoal, a história, os conflitos neuróticos e humanos, a doença corporal, as condições histórico-sociais, as vivências, os hábitos e o funcionamento do organismo.

Tradicionalmente a Psicanálise encobria a necessidade de um maior confronto entre suas bases filosóficas e a sua "praxis". Atualmente pode-se remover obstáculos epistemológicos, teóricos, técnicos, sobretudo vindos de interesses corporativistas mais interessados em preservar a "identidade" psicanalítica do que em alcançar uma Psicanálise contemporânea que traz a certeza de se trabalhar na construção do presente na vida do homem. Não existe prática sem compromisso. Deve a Psicanálise contribuir com ferramentas conceituais que tendem à respostas das necessidades em saúde mental.

O Equilíbrio Quântico também se fundamenta nesta proposta psicanalítica. A partir do hoje, do agora, a prática se realiza na estruturação do futuro. Trata-se de uma terapia holística de autoconhecimento que promove o equilíbrio energético nos níveis fisico, mental e espiritual. A vibração acontece através de movimentos que favorecem a cura, o fluxo do amor e a liberdade de ser.

A leveza é experienciada, a percepção é aguçada e a pessoa se sente apta a sintonizar mais profundamente a Energia Cósmica, melhorando sua vida através do uso das "ferramentas" que já existem dentro dela.