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“Trazer para a vida o amor, o aconchego, a paz e a união é a abertura para os Bem-Aventurados”.

Eloyana Silveira




























































































































































































































































































































































































































 

 


O Ser Supremo dotou o homem de órgãos dos sentidos para que ele pudesse interagir em sua vida aqui neste planeta. O objetivo maior, sem dúvida, era levar o humano a experienciar o divino, a Unidade. Os cinco sentidos que aprendemos - visão, audição, tato, olfato e paladar - são excelentes formas de nos conectarmos com o mundo físico. E com o mundo espiritual? Também fomos dotados do sexto sentido - também chamado de personalidade, intuição, percepção extra-sensorial, mediunidade, sensitividade, canalização - que a nossa cultura ignorou devido às posturas religiosas e científicas.

As antigas culturas e civilizações - os orientais, os povos nativos das Américas, os africanos - sempre nos trouxeram a postura de que o Universo, a Criação em si, é um fenômeno multidimensional. A FÍSICA QUÂNTICA nos traz a grandeza de um profundo despertar em nossas consciências. 

O sexto sentido faz parte do ser humano. Resgatá-lo é tarefa de todos. É evolução. É crescimento. É direção vertical. Ele nos possibilita o acesso consciente à vida multidimensional, trazendo até nós a expansão e o aprofundamento com maior eficiência em nossa caminhada evolutiva.

Percebe-se sensações, percepções e funções em cada um dos cinco sentidos físicos. A mesma situação ocorre com o sexto sentido. Cada vez mais pessoas treinam para estar conscientes, para acessar os registros do inconsciente coletivo, a dimensão dos desencarnados e dos elementais. Xamãs treinam para estar conscientes nos sonhos e pessoas treinam para sair conscientemente do corpo. São experiências que enriquecem e fortalecem o sexto sentido em nós.

Allan Kardec, na França, no século XIX, sistematizou o uso do sexto sentido pela primeira vez.  A mediunidade (palavra que ele usou para denominar o sexto sentido) é a forma para estabelecer um canal de comunicação entre o mundo dos espíritos encarnados e dos desencarnados. Kardec denominou esta doutrina de Espiritismo.

Trazendo para a realidade quântica, percebe-se que a criação de uma nova realidade em nossas vidas acarreta um novo paradigma: a co-criação envolve o “desalojar” de conteúdos inconscientes e a posterior ocupação destes espaços por realidade positivas e engrandecedoras da alma humana.

Freud, na Áustria, também no século XIX, dedicou-se a descobrir a cura para as dores humanas através do descobrimento do inconsciente e seu conteúdo. Ele criou a Psicanálise que se fundamenta na libertação de si mesmo através de leituras profundas da alma. De acordo com a sua cultura e seus conhecimentos, ele só dispunha dos cinco sentidos físicos, da mente racional e da linguagem verbal. O seu trabalho perdura até hoje trazendo para todos que o usam uma dimensão de maior crescimento. Tem sido a base de muitas correntes terapêuticas modernas.

A Psicanálise traz para nós alguns posicionamentos que não alcançam a postura mais adequada para se operar em níveis que não são tridimensionais nem temporais. Daí em psicoterapia (especialmente em Psicanálise) os processos terapêuticos acontecerem num espaço de tempo maior. Infere-se, também, que às vezes isso é necessário acontecer, pois através do desdobramento do verbal e do racional, o terapeuta acompanha a desconstrução gradativa da intrincada rede de resistências, controles e defesas que o cliente construiu em sua vida para não acessar suas dores, até conectar-se com os conteúdos e seus núcleos, e aí então, experienciar a sua catarse e a sua re-significação. Todo respeito ao cliente e à sua história de vida estão presentes.

A nossa história brasileira nos remete a uma pluralidade de envolvimentos religiosos e plenos de diferentes formas de se experienciar a espiritualidade. A umbanda surge integrando os cultos africanos com o Catolicismo, o Espiritismo e as culturas indígena e oriental, e também utiliza a mediunidade como sendo a ligação entre as dimensões encarnadas e desencarnadas.
Inicialmente, aqui no Brasil, aconteceu a introdução das religiões e cultos africanos – o Candomblé, que não foca o uso do sexto sentido para o trabalho com os espíritos desencarnados e sim, para incorporar e manifestar as forças da natureza, essas energias arquetípicas chamadas Orixás, e compartilhar do seu Axé.

No Alinhamento Energético, usa-se a canalização como sendo outra forma de se usar o sexto sentido. Neste trabalho, não se incorpora espíritos desencarnados ou orixás. O terapeuta canalizador incorpora traumas, emoções reprimidas, sistemas de padrões e crenças destruidoras e auto-limitantes, e energias desarmonizadas de vidas passadas ou transgeracionais (vindas através de outras gerações).

O trabalho executado no Alinhamento Energético engloba a solução pertinente ao problema apresentado pelo cliente, bem como sua situação real em sua vida. O terapeuta que canaliza tem a capacidade de atribuir uma via direta de acesso ao nível inconsciente e de “desinstalar” do sistema psicoemocional as programações em desequilíbrio (“CORPOS ENERGÉTICOS”) e, depois, “reinstalar” estas programações devidamente reequilibradas e harmonizadas (“CORPOS EM LUZ”).

Aloyzio Delgado Nascimento, sensitivo, agrônomo e farmacêutico, ao observar o trabalho de cura dos pajés nas várias tribos em que ele interagiu, no norte e no sul do país, durante 15 anos, inferiu um novo tipo de cura, que utiliza o sexto sentido não só para interagir com desencarnados e com as energias da natureza, mas também para limpar o inconsciente e transmutar a energia psicoemocional.

Através de estudos e observações, ele criou uma Egrégora, o Consciêcia Cristica, para ancorar o trabalho de Alinhamento Energético espiritual e energeticamente. Isso acontece com inúmeros guardiões possuidores de qualidades que possuíamos em nós e acabamos por perdê-las em nossa caminhada, e que agora eles as trazem para nós novamente numa dimensão espiritualizada. Esse “processo”, podemos dizer, é uma readaptação da tecnologia dos pajés para o mundo do homem branco.

Aloysio faleceu em 2002, e após sua morte, a terapeuta carioca Monica Oliveira, que trabalhou anos com ele até sua morte, expandiu o trabalho e o chamou de Fogo Sagrado. O Fogo Sagrado apresenta a união e a força que estão sendo resgatadas e desdobradas neste momento histórico do Planeta Terra. São quatro grandes correntes de conhecimento que norteiam a Terapia Quântica Fogo Sagrado: conhecimentos orientais e xamânicos, Psicologia Transpessoal e Física Quântica.

Todo ser humano é dotado de sexto sentido, conforme já afirmamos anteriormente. Ele não é um dom nem um privilégio ou capacidade de apenas algumas pessoas especiais. Também não é um poder sobrenatural. É um sentido natural que está adormecido em nós e em nossa cultura (diferente do ocorrido nas culturas orientais, africanas e nativas) e que pode ser resgatado para melhorar nosso crescimento pessoal e da Humanidade.

A canalização (sexto sentido) é altamente eficiente para se acessar rapidamente a dimensão psicoemocional e energética do ser humano – e não pertence somente ao Alinhamento Energético e Fogo Sagrado. Diferentes terapias utilizam a canalização ao redor do mundo (muitas delas vindas direta ou indiretamente das tradições xamânicas), num processo de resgate da Humanidade.

Esta terapia cria um espaço de maior força e profundidade na alma humana. A sua intensidade libertadora é largamente experienciada. O seu uso pode ser estendido a inúmeras formas de terapia. É otimizando seu próprio espaço interior que o homem vai se descobrindo mais divino. Ao homem é mostrada a sua capacidade de lucidez para perceber e resolver suas questões.

Estabelecer transformação em sua vida é uma coisa que só depende de você. É necessário decidir que viver é muito mais do que isso que você pode estar vivendo. Para que isso de fato aconteça, é muito importante descobrir essa ferida original, esse bloqueio que lhe levou a essa condição de vida atual.

Uma das formas de encontrarmos forças e respostas para nossas dores é a terapia, pois através dela identificamos sentimentos e emoções que foram gerados e os trabalharmos, fazendo as mudanças necessárias. Depois, o que nos fica são lembranças do que ocorreu, mas nada que nos leve a sofrimentos intensos presos a essas situações.

Uma vez fora desse círculo que lhe aprisionava, você vai perceber que tudo o que mais desejava e a vida que tanto quer é possível, pois você não estará mais preso a situações e fatos que o derrubavam. Mas uma coisa é certa, você precisa sempre ter absoluta certeza que sua vida é muito importante e que você tem metas e planos pessoais para ser uma pessoa melhor em todos os aspectos de sua vida. Quando vivemos de acordo com nossos desejos mais íntimos, nosso ser se transforma.

A convicção da Unidade Cósmica está presente no ser humano. O Universo é percebido como um todo unificado. “A enormidade do Cosmos tem provocado um mistério dentro da mente, e outro fora dela” (Timothy Ferris). E grande parte de todo esforço de realização e de busca de respostas para o enigma e o entendimento da vida têm sido empreendidos para tentar compreender a relação entre esses dois mundos.

A observação do Espaço Sideral levou à ascensão da consciência. De um ato de explosão emerge o despertar da inteligência e da consciência humana na Via Láctea. Acredita-se que estejamos na fase final do processo de Renascença da Terra, e por causa disso, nos dias atuais, temos sentido o “tempo mais curto”, “andando mais rápido”, temos tido “um sentimento de que algo está por vir”. Tudo isso encampa o ressurgimento de uma nova era para o nosso planeta.

Vivemos na Terra. Ela é a nossa Mãe. É chegado o momento de nos colocarmos a escutar a sabedoria ancestral que está ecoando do seu ventre e assumirmos a nossa autorealização. Reescreve-se uma nova história na humanidade, uma história espiritual, metafísica e absoluta.